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02/04 - Na assembleia do último dia 25/03 aprovamos nossa pauta de reivindicações que já foi protocolada na empresa, e que está disponibilizada para download. Solicitamos também a primeira reunião de negociação para o próximo dia 16/04.

É importante que todos os trabalhadores da CDHU se envolvam com a campanha, para não terem surpresas se quiserem retirar alguns de nossos benefícios conquistados durante ao longo dos anos.

TERCEIRIZAÇÃO E DEMISSÃO É A POLÍTICA DA GESTÃO

A própria direção da empresa não tem controle sobre a terceirização praticada. É essa avaliação feita pelos trabalhadores presentes em nossas assembleias.

Talvez nem a própria direção saiba responder :

- Quantos terceirizados estão ocupando as suas dependências internas?

- Quantas empresas prestam serviços e qual o valor total pago às beneficiadas?

- Muitas delas existem prestando serviço só para a CDHU?

- A empresa pratica a terceirização dentro das suas dependências, pois nem a reforma da CLT teve coragem de legalizar.

São respostas que o conjunto dos trabalhadores da CDHU agora querem ter conhecimento, pois nada justifica ter uma redução de seus quadros para continuar com essa verdadeira CDHU PARALELA.

PPR - 2018


Até agora não obtivemos nenhuma informação sobre a apuração das metas atingidas no ano de 2018. Nem sabemos se haverá PPR/2019, pois a empresa se recusa negociar com os empregados e tampouco divulgar se essa gestão tem alguma meta, além de reduzir seu quadro de empregados.

EXTINÇÃO DA CDHU - POR MÔNICA BERGAMO NA FOLHA DE SÃO PAULO:

Em comitiva de representantes do SINCOHAB à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, ontem, 01/04, a fim de defender os interesses dos trabalhadores da coirmã Emplasa, elencada para ser atingida pelo famigerado projeto de Lei nº 01/2019 de Dória, aproveitou-se a ocasião para também inquirir aos parlamentares presentes acerca da notícia publicada na Coluna da Mônica Bergamo, de mesma data, sobre a existência de algum projeto de lei visando a extinção da CDHU. Os parlamentares negaram que tal projeto tivesse entrado pela secretaria da Assembleia. Portanto, só lembrando: a CDHU é empresa pública criada por Lei e só pode ser extinta através de outra e nunca por canetada e, neste momento, não há projeto algum dessa natureza.

CDHU - PAUTA DE REIVINDICAÇÕES ENTREGUE
02/04 - O Sincohab estará presente na Audiência Pública que será realizada no próximo dia 09/04 na Assembleia Legislativa, onde será debatida com os deputados estaduais o projeto de lei nº 01/2019 do governador, aonde solicita "carta branca" para fazer o que bem entender com 06 empresas estatais.

Sempre defendemos que todas as Políticas Públicas, inclusive as habitacionais, sejam parte de um planejamento integrado para atender as demandas da população. Mas o que estamos assistindo é um desmonte da empresa que tem a atribuição e competência técnica para assumir essa missão.
EM DEFESA DA EMPLASA E SUA MISSÃO
SP-URBANISMO - ASSEMBLEIA DELIBERA MANIFESTAÇÕES DOS EMPREGADOS DIRIGIDAS À DIREÇÃO DA EMPRESA
03/04 - Os trabalhadores da SP-Urbanismo diante do impasse sobre Acordo Coletivo 2018-2020,  que se arrasta interminável devido ao fato da empresa, irredutível e sem razão plausível, se recusar até agora em assiná-lo, determinaram em ata lavrada na assembléia que suspendem na presente data, as tratativas sobre as cláusulas econômicas de 2019 para cerrar fileiras em manifestações, “apitaços” e corpo-a-corpo que visam pressionar a diretoria a assiná-lo. Fica assim determinado pela ata aqui publicada o calendário das manifestações e suas demais deliberações
17/04  Nos deem licença para lhes trazer este Manifesto. Ele é o resumo de mais de um ano de negociações pacíficas pela renovação do nosso Acordo Coletivo de Trabalho - ACT/2018 e sua elaboração foi deliberada por TODOS os funcionários reunidos em Assembleia Geral. Solicitamos que ele seja anexado integralmente à ata desta Reunião do Conselho de Administração.

Esse processo de negociação tem sido marcado por pouquíssimos avanços aos trabalhadores. Tentaram nos tirar auxílio-creche, vale-refeição, vale-transporte, apoio à educação, além de piorar os reembolsos  aos planos de saúde, as chamadas “cláusulas sociais”. Recuaram, mas nada propuseram no sentido de qualificar as condições de trabalho e o ambiente da Empresa. Ao contrário. Foram os funcionários quem cederam nas cláusulas econômicas. E ainda assim o ACT/2018 ainda não foi assinado.

Leia na íntegra:
SP-URBANISMO - FUNCIONÁRIOS PUBLICAM MANIFESTO EM PROTESTO ÀS AÇÕES PREJUDICIAIS DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DA EMPRESA
SP-URBANISMO - EM AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO PRÉ-PROCESSUAL, O TRT INTIMA COMPANHIA A ASSINAR ACORDO COLETIVO 2018
17/04 - No último dia 15 estiveram em audiência no Tribunal Regional do Trabalho, representantes dos trabalhadores da SP Urbanismo no Sincohab e representantes da empresa para por fim ao impasse irresponsável promovido pelo Conselho Administrativo da empresa que, mesmo após oito reuniões, ainda reluta em definir o Acordo Coletivo dos Trabalhadores da SP Urbanismo de 2018, legitimando o pleito.

Como não poderia deixar de ser, em decisão favorável aos trabalhadores, ficou assim a empresa intimada a dar cabo dessa novela que se arrasta sob pena de se transformar em Dissídio Coletivo após o prazo estipulado pelo desembargador.

Leia na íntegra a ata da Audiência:
18/04 - Membros do SINCOHAB, SASP e SEESP se reuniram em 17/04 com representantes da empresa para darem início às rodadas de negociações sobre o novo Acordo Coletivo de 2019.

Embora não fosse o foro apropriado, membros dos sindicatos aproveitaram a ocasião para protestarem quanto às demissões em massa dos colegas e a postura monolítica, unilateral e arbitrária que a empresa vem mantendo quanto ao seu próprio quadro de funcionários, demitindo-os com a lacônica justificativa de contenção de despesas em detrimento do quadro de terceirizados que só aumentou.

Quanto às negociações, ficou garantido em ata assinada pelos presentes, além do reconhecimento da Data Base em 1º de Maio, a manutenção de todos os benefícios até o findar das negociações sobre o novo acordo.

Ficou também agendado que a próxima rodada de negociações se dará dia 02 de maio às 15h00, onde a empresa alega que já terá analisado todas as reivindicações contidas na nova pauta e dará seu parecer.

Aguardemos então firmes e dispostos. Convença seu colega ao lado a reunir-se nas assembleias. Nunca foi tão importante a união da categoria.

SOBRE O PPR - O QUE SIGNIFICA ESSES 13,5%?

Isso é alguma fantasia? Será que, apesar de parcos 933 milhões de orçamento anual para a Secretaria da Habitação, cerca 25 contratos com terceirizadas e aproximadamente 1000 empregados trabalhando para a empresa, somados à expertise de cerca de 640 funcionários da casa e seus experientes gestores, somados a isso a eleição de quase dois governadores da mesma aliança, mesmo assim, não se consegue sequer atingir a pífia barreira dos 15%?
Que milagre então nos acometeu no ano de 2017 onde atingimos a 33,5%?

Onde está o erro? É na gestão ou merecemos mesmo sermos todos mandados embora e fechar a empresa de vez?

13,5%! É inaceitável este número e a empresa tem o dever de mostrar que fundo de poço é este. Desse jeito, quem sabe, se quietinhos ficarmos, no próximo ano receberemos uma nota promissória grampeada ao holerite.

Em tempo: só pra mordermos o cotovelo, o PPR da Sabesp atingiu 100%!

https://sintaemasp.org.br/noticias/sabesp-sintaema-reivindicou-e-ppr-sera-pago-dia-10-de-abril.
CDHU - SINDICATOS SE REÚNEM COM A EMPRESA - CAMPANHA SALARIAL